Por Nayra Lays, 17 anos, moradora do Grajaú, São Paulo.

Gabriela e Renata são jovens, negras, de periferia, universitárias e ativistas e querem que outras como elas entendam o que significado do que elas são. “Não como a TV fala, mas como é, que você pode ser linda, pode ser o que você quiser”, diz Gabriela, 21 anos.

Pras duas, fazer política é se reconhecer como mulher negra, do cabelo black, crespo ou tranças, lutar contra o racismo e até falar sobre bandas afro. “Eu quero que a gente exista e pare de ser protagonizada por alguém que não é a gente”, diz Gabi.

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