Cinco famílias controlam metade dos 50 veículos de comunicação com maior audiência no Brasil*. A alta concentração da mídia influencia como e quais histórias serão contadas – e como impactam a opinião pública e o sistema político.

Veículos de mídia alternativa e/ou independente atuam ampliando a diversidade informativa e cultural do país. Em 2016, a Agência Pública mapeou o jornalismo independente no Brasil e listou 79 iniciativas espalhadas por 12 estados.

Mas de lá pra cá, qual o atual cenário do jornalismo independente brasileiro? Como se organizam e quais são os ambientes de emprego da mídia alternativa? Quais seus modelos de financiamento e de trabalho? Esses novos modelos resolvem problema de precarização do trabalho jornalístico? Quanto desses veículos atuam com base voluntária? Quais as oportunidades de atuação que podem ser aproveitadas?

A 3ª edição do Redação Aberta recebeu Ana Flávia Marx, pesquisadora do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho – ECA-USP e diretora de formação do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, pra dar um panorama histórico e atual sobre o setor e dar dicas sobre como atuar na área como jornalista independente.

O encontro rendeu roda de conversa, experiências de trabalho e busca por trampo no setor e um debate sobre o papel do jornalismo.

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