Jovens e religião: diferentes crenças na busca por respeito

Texto: Ludimilla Honorato

A diversidade é algo muito característico do Brasil e fica clara na quantidade de religiões: temos por volta de 20 crenças mapeadas pelo censo nacional. Apesar de católicos e evangélicos serem quase 9 em cada 10 brasileiros, há outras que precisam ser reconhecidas e, principalmente, respeitadas.

Pra trazer a fé minoritária pra perto, conversamos com 4 jovens — um deles sem religião — pra saber no que acreditam e como é a relação deles com as crenças que seguem.

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Histórias em quadrinhos não são coisa de criança

Texto: Ludimilla Honorato

As histórias em quadrinhos vão muito além dos gibis infanto-juvenis ou dos mercados que ganham milhões com histórias de super-heróis e vilões.

Desde que o cartunista norteamericano Richard Outcault criou o Yellow Kid (Menino Amarelo), em 1895, e formalizou a linguagem e características das HQs como conhecemos hoje, elas deixaram de ser apenas entretenimento e se tornaram meios de discutir assuntos mais sérios, como política, sociedade e religião.
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Jovens bolivianos quebram barreiras pra se integrar em SP

Texto e fotos: Larissa Valença

Quando chegou ao Brasil, com a mesma idade de Julia, Jorge Alvaro ficou 1 ano sem ir a escola. Não saber português o deixava inseguro, então preferiu primeiro aprender por conta própria antes de voltar a estudar.

Cristian Ramirez, que veio aos 10 da Bolívia, ficou 6 meses mudo na escola, onde sofreu agressões físicas e verbais. Ele também lembra que os bolivianos sempre eram assaltados na porta do colégio público localizado na Penha, zona leste de SP.

Alan Julio, 19, sentia mais preconceito na escola por ser homossexual do que pela nacionalidade, mas sofria agressões juntando as 2 características. “Veio da Bolívia pra ser viado”, chegou a ouvir.
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Uma escola em que os alunos têm voz

Texto e fotos: Larissa Valença e Ludimila Honorato

O portão fica aberto e qualquer um pode entrar das 7h às 22h30: há idosos, adolescentes, deficientes e menores de idade infratores. Nas salas, grupos de 4 a 5 pessoas estudam por cerca de 2 horas sobre um assunto. Há paredes coloridas, flores e um jardim. Tem também o piso amarelo, um espaço pra fazer nada e falar sobre isso —, reivindicado pelos alunos.

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